terça-feira, 22 de abril de 2003
segunda-feira, 21 de abril de 2003
Kieran Hebden, aliás, Four Tet, lança no próximo dia 5 de Maio "Rounds", o seu novo álbum.
"Pause", o disco anterior, caracteriza-se pela simplicidade de processos: sons reciclados, uma programação electrónica geométrica e ambientes límpidos. De audição fácil, revela-se um verdadeiro manjar para os sentidos.
The Gift nos Estados Unidos e... roubados outra vez!
Os The Gift iniciam na quinta-feira uma mini-digressão pelos Estados Unidos da América. As actuações estão previstas em Nova Iorque, Nova Jérsia e Filadélfia, para onde estão agendados alguns concertos e showcases.
Entretanto, no sábado passado, os The Gift voltaram a ver todo o seu material «voar».
Tudo aconteceu na zona do Seixal/Almada e a banda está a apelar à colaboração de todos os que possam ajudar a recuperar o material furtado - uma vez que este é de grande importância, não tanto pelo valor monetário mas pelas programações nele contidas. No site oficial da banda pode ser consultada a lista do material roubado com algumas características para mais fácil detecção.
Os The Gift estão dispostos pagar qualquer que seja o preço já que estão a poucos dias de partir para uma digressão nos Estados Unidos.
Os The Gift iniciam na quinta-feira uma mini-digressão pelos Estados Unidos da América. As actuações estão previstas em Nova Iorque, Nova Jérsia e Filadélfia, para onde estão agendados alguns concertos e showcases.
Tudo aconteceu na zona do Seixal/Almada e a banda está a apelar à colaboração de todos os que possam ajudar a recuperar o material furtado - uma vez que este é de grande importância, não tanto pelo valor monetário mas pelas programações nele contidas. No site oficial da banda pode ser consultada a lista do material roubado com algumas características para mais fácil detecção.
Os The Gift estão dispostos pagar qualquer que seja o preço já que estão a poucos dias de partir para uma digressão nos Estados Unidos.
quarta-feira, 16 de abril de 2003
Balla, o regresso
Armando Teixeira, desta forma, arrisca-se a ser um caso muito sério da produção nacional.
Depois de Bulllet, da Bizarra Locomotiva e de outras participações (como a que fez com o censurado Jel), Armando T. regressa com os Balla.
Para já, fiquei apenas a conhecer um single: "a meu favor".
Absolutamente fantástico!
Armando Teixeira, desta forma, arrisca-se a ser um caso muito sério da produção nacional.
Depois de Bulllet, da Bizarra Locomotiva e de outras participações (como a que fez com o censurado Jel), Armando T. regressa com os Balla.
Para já, fiquei apenas a conhecer um single: "a meu favor".
Absolutamente fantástico!
BBC 6 Music celebra 20º aniversário dos Smiths com emissões especiais
The Thrills, Ed Harcourt e os Nada Surf são alguns dos músicos que já têm gravadas versões das canções dos Smiths para comemorar o 20º aniversário da estreia discográfica da banda de Morrissey e Johnny Marr. O primeiro single dos Smiths, «Hand In Glove», foi editado a 13 de Maio de 1983.
Os The Thrills fizeram uma versão de «Last Night I dreamt Somebody Loved Me», Ed Harcourt gravou «Please Please Please Let Me Get What I Want», enquanto que os Nada Surf optaram por «There Is A Light That Never Goes Out».
As versões vão ser transmitidas pela BBC 6, que pode ser ouvida via Internet, entre os dias 12 e 16 de Maio. A estação digital tem outros eventos já preparados para assinalar a estreia discográfica dos Smiths, entre eles apresentação de faixas raras de concertos dos Smiths, um documentário e entrevistas.
:: notícia do Diário Digital
The Thrills, Ed Harcourt e os Nada Surf são alguns dos músicos que já têm gravadas versões das canções dos Smiths para comemorar o 20º aniversário da estreia discográfica da banda de Morrissey e Johnny Marr. O primeiro single dos Smiths, «Hand In Glove», foi editado a 13 de Maio de 1983.
Os The Thrills fizeram uma versão de «Last Night I dreamt Somebody Loved Me», Ed Harcourt gravou «Please Please Please Let Me Get What I Want», enquanto que os Nada Surf optaram por «There Is A Light That Never Goes Out».
As versões vão ser transmitidas pela BBC 6, que pode ser ouvida via Internet, entre os dias 12 e 16 de Maio. A estação digital tem outros eventos já preparados para assinalar a estreia discográfica dos Smiths, entre eles apresentação de faixas raras de concertos dos Smiths, um documentário e entrevistas.
:: notícia do Diário Digital
terça-feira, 15 de abril de 2003
O Público avançou, ontem, mais dois nomes para a edição deste ano do festival Sudoeste: múm e Sigur Rós.
Twokindermen - misstakesonlove
António Contador, 32 anos, sociólogo e dj, tem desenvolvido um percurso variado na música onde se cruzam referências à música ligeira e de variedades. Enquanto sociólogo foi co-autor, com Emanuel Ferreira, do livro ‘Ritmo e Poesia: Os Caminhos do Rap’, editado pela Assírio & Alvim em 1997. Como dj tem desenvolvido trabalho com o ‘Clube Socialismo Tropical’ explorando o universo do easy-listening e da música lo-fi.
Nuno Antunes, 30 anos, é finalista em bio-química e dj das linguagens sonoras electrónicas, das mais ortodoxas às mais rebeldes. Inicialmente através da produtora X-Clube e, mais recentemente, com a Journeys sob o pseudónimo D:K.
Os Twokindermen movem-se numa paisagem musical electrónica viva e lúdica, que tanto remete para ambientes sonoros calmos e apurados, como para cenários mais agitados e propositadamente barrocos.
As principais referências musicais vão de Tarwater, Opiate, Schlammpeitziger ou Ms John Soda a Mouse on Mars, Matmos, Matthew Herbert, Basic Channel, Dat Politics e Max Tundra.
Já uma vez a crítica descreveu os Twokindermen como “(...) electrónica com cheiro a limpo, linhas anatómicas bem definidas, ângulos aguçados e resplandecentes, melódica, colorida (...)”. Numa palavra: kindertrónica.
«Misstakesonlove» tem o seu ponto de partida na criação de uma banda sonora para um filme sobre erros, enganos e mal entendidos amorosos. Um filme em sete cenas, contado na terceira pessoa do plural, com personagens imaginários num cenário fictício e atemporal.
A trama satírica e burlesca centrar-se-ia no desvendar progressivo, e em sobressaltos, da dupla-personalidade do personagem principal masculino, pondo em causa o equilíbrio das relações familiares e de proximidade.
A escolha dos actores e dos cenários acabaria por ser simples, recorrendo ao universo playmobil: esses humanos inanimados, em miniatura e de plástico, vendidos em caixas de cartão nas lojas de brinquedos para crianças.
A técnica de filmagem DIY: uma câmera de filmar de reduzidas dimensões, cenários e adereços playmobil, uma cozinha comum a fazer de estúdio, candeeiros para a iluminação e o uso das mãos para a animação dos bonecos-actores. Na sua colagem ao filme, a banda sonora segue-lhe a inspiração cénica e técnica: um computador, uma mesa de mistura e dois pares de auscultadores. Sete faixas para sete episódios:
1. leit mobil, falsa guitarra eléctrica, bateria e baixo. Introdução tensa.
2. prize winner, um falso ska. A candura volátil do xilofone.
3. majorette, rodopios melodiosos à volta de um baixo cardíaco.
4. zu erledigen, tom melancólico. A harmónica auxilia o balanço indolente de um ritmo trôpego.
5. ex lutor, avanços e recuos em síncope rítmica para um final electrizante.
6. gangplank, jogo barroco de sons coloridos.
7. kindering, passo certo e rápido. Pontificam baixo e bateria num jogo do gato e do rato.
:: press-release da editora
António Contador, 32 anos, sociólogo e dj, tem desenvolvido um percurso variado na música onde se cruzam referências à música ligeira e de variedades. Enquanto sociólogo foi co-autor, com Emanuel Ferreira, do livro ‘Ritmo e Poesia: Os Caminhos do Rap’, editado pela Assírio & Alvim em 1997. Como dj tem desenvolvido trabalho com o ‘Clube Socialismo Tropical’ explorando o universo do easy-listening e da música lo-fi.
Nuno Antunes, 30 anos, é finalista em bio-química e dj das linguagens sonoras electrónicas, das mais ortodoxas às mais rebeldes. Inicialmente através da produtora X-Clube e, mais recentemente, com a Journeys sob o pseudónimo D:K.
Os Twokindermen movem-se numa paisagem musical electrónica viva e lúdica, que tanto remete para ambientes sonoros calmos e apurados, como para cenários mais agitados e propositadamente barrocos.
As principais referências musicais vão de Tarwater, Opiate, Schlammpeitziger ou Ms John Soda a Mouse on Mars, Matmos, Matthew Herbert, Basic Channel, Dat Politics e Max Tundra.
Já uma vez a crítica descreveu os Twokindermen como “(...) electrónica com cheiro a limpo, linhas anatómicas bem definidas, ângulos aguçados e resplandecentes, melódica, colorida (...)”. Numa palavra: kindertrónica.
«Misstakesonlove» tem o seu ponto de partida na criação de uma banda sonora para um filme sobre erros, enganos e mal entendidos amorosos. Um filme em sete cenas, contado na terceira pessoa do plural, com personagens imaginários num cenário fictício e atemporal.
A trama satírica e burlesca centrar-se-ia no desvendar progressivo, e em sobressaltos, da dupla-personalidade do personagem principal masculino, pondo em causa o equilíbrio das relações familiares e de proximidade.
A escolha dos actores e dos cenários acabaria por ser simples, recorrendo ao universo playmobil: esses humanos inanimados, em miniatura e de plástico, vendidos em caixas de cartão nas lojas de brinquedos para crianças.
A técnica de filmagem DIY: uma câmera de filmar de reduzidas dimensões, cenários e adereços playmobil, uma cozinha comum a fazer de estúdio, candeeiros para a iluminação e o uso das mãos para a animação dos bonecos-actores. Na sua colagem ao filme, a banda sonora segue-lhe a inspiração cénica e técnica: um computador, uma mesa de mistura e dois pares de auscultadores. Sete faixas para sete episódios:
1. leit mobil, falsa guitarra eléctrica, bateria e baixo. Introdução tensa.
2. prize winner, um falso ska. A candura volátil do xilofone.
3. majorette, rodopios melodiosos à volta de um baixo cardíaco.
4. zu erledigen, tom melancólico. A harmónica auxilia o balanço indolente de um ritmo trôpego.
5. ex lutor, avanços e recuos em síncope rítmica para um final electrizante.
6. gangplank, jogo barroco de sons coloridos.
7. kindering, passo certo e rápido. Pontificam baixo e bateria num jogo do gato e do rato.
:: press-release da editora
Killing Joke - novo álbum
O próximo álbum dos Killing Joke vai chamar-se "The Death and Resurrection Show".
Será a primeira edição desde "Democracy", editado em 1996. A produção ficará a cargo de Andy Gill (guitarrista dos Gang of Four).
A bateria ficou a cargo de Dave Grohl (Nirvana / Foo Fighters), embora também tenha sido «requisitada» a colaboração do baterista dos System of a Down, John Dolmayan.
Grohl, que assumiu ser um fan dos Killing Joke, disse não ter planos para fazer tournée com a banda (a exemplo do que havia feito no ano passado com os Queen of the Stone Age).
Os Killing Joke estão a planear fazer alguns festivais na Europa, neste Verão.
Portugal incluído?
Seria óptimo (depois do Rock Rendez-Vous) poder ver em palco a banda maldita liderada pelo não menos maldito Jazz Coleman.
Será a primeira edição desde "Democracy", editado em 1996. A produção ficará a cargo de Andy Gill (guitarrista dos Gang of Four).
A bateria ficou a cargo de Dave Grohl (Nirvana / Foo Fighters), embora também tenha sido «requisitada» a colaboração do baterista dos System of a Down, John Dolmayan.
Os Killing Joke estão a planear fazer alguns festivais na Europa, neste Verão.
Portugal incluído?
Seria óptimo (depois do Rock Rendez-Vous) poder ver em palco a banda maldita liderada pelo não menos maldito Jazz Coleman.
segunda-feira, 14 de abril de 2003
Aparentemente o ecletismo de pendor possessivo onde emerge um talento para limar sons melancólicos e claustrofóbicos em algo belo e sensível foi a essência que me atraiu a elephant shoe dos Arab Strap.
Existe uma certa transversalidade nas composições que remete para a atmosfera etérea que rodeia canções como cherry blossoms dos Tindersticks. Porém, ciclicamente a voz repressiva e dramática de Nick Cave parecem ecoar. Possivelmente a mensagem deste disco, editado em 1999, assim o obriguem.
Fundamental ouvir!
domingo, 13 de abril de 2003
Com i'm the girl fiquei a simpatizar com siren.
Este foi o modo como por instantes fiquei na órbita de uma menina nascida no arquipélago das Bermudas chamada Heather Frith e que a produção regular de trabalhos discográficos alterou para Heather Nova.
Apesar de morder o estilo de Suzanne Vega a sua natureza musical revela, por opção própria, uma certa lineariedade extrapolada de gente tão consagrada como Joan Baez, Van Morrison, Bob Dylan, Neil Young e Jimmy Cliff.
No álbum siren, de 1998, prefiro a gravidade patente em i'm the girl ao combinado guitarra/violino bem marcante no seu currículo musical.
sábado, 12 de abril de 2003
Caetano Veloso no Porto
Caetano Veloso vai estar no Coliseu do Porto, no próximo dia 1 de Julho. O espectáculo tem início marcado para as 22 horas, com a abertura das portas a acontecer uma hora antes. Os bilhetes, já à venda nos locais habituais, variam entre os 22 e os 45 euros.
Fonte: Cotonete
Caetano Veloso vai estar no Coliseu do Porto, no próximo dia 1 de Julho. O espectáculo tem início marcado para as 22 horas, com a abertura das portas a acontecer uma hora antes. Os bilhetes, já à venda nos locais habituais, variam entre os 22 e os 45 euros.
Fonte: Cotonete
Beck e Moloko em Portugal
Beck e Moloko são os primeiros nomes do cartaz da próxima edição do Festival Sudoeste, que terá lugar entre os dias 7 a 10 de Agosto, na Zambujeira do Mar.
Fonte: cotonete
Beck e Moloko são os primeiros nomes do cartaz da próxima edição do Festival Sudoeste, que terá lugar entre os dias 7 a 10 de Agosto, na Zambujeira do Mar.
Fonte: cotonete
quinta-feira, 10 de abril de 2003
Nicolette ficou conhecida devido à sua colaboração com Tricky. Tal como no caso de Martina Topley-Bird foi a presença vocal em trabalhos daquele compositor que permitiu conhecer os atributos peculiares da sua forma de cantar.
No álbum let no-one live rentfree in your head, editado em 1996 pela Mercury Records, Nicolette apresenta-se num patamar trip-hop onde o terreno de acção revela características de intervenção comuns a um certo hip-hop "arrojado" e político.
Uma passagem distraída pelo trabalho revela apenas suavidade, muito sampling e a voz surpreendente e morna da cantora. Só descendo ao pormenor da linguagem se encontram expressões como no governement.
Minimalismo na voz e arranjos electrónicos diversificados são uma possível síntese para descrever a produção de Nicolette neste registo.
Comecei recentemente a ouvir a banda sonora do filme 8 femmes, de François Ozon. Além das habituais músicas instrumentais, esta banda sonora inclui as canções interpretadas pelas actrizes do filme. Para começar, é bom ouvir música em francês (coisa que raramente me acontece) e ser surpreendida pelas excelentes interpretações das actrizes. Destaco duas músicas: "Papa t'esplus dans le coup", cantada por Ludivigne Sagnier - música ritmada e a lembrar os tempos de infância - e "A quoi sert de vivre livre" interpretada pela fabulosa Fanny Ardant, uma das minhas actrizes favoritas.
quarta-feira, 9 de abril de 2003
Novo álbum de Wainwright
O terceiro álbum do cantor/compositor Rufus Wainwright chega às lojas este Outono, adianta o site da Rolling Stone.
Actualmente na forja, o sucessor de "Poses", de 2001, está a ser produzido por Marius DeVries (Bjork, Madonna) e conta com a colaboração do guitarrista Charlie Sexton (Bob Dylan, Lucinda Williams) e do baterista Levon Helm (Band).
De acordo com declarações de Wainwright à referida publicação, "quando comecei a trabalhar no mundo da música, achava muito importante as minhas canções passarem na rádio." No entanto, o cantor revela que, com o tempo, mudou de opinião: "Aprendi, com o meu primeiro álbum, que aquilo que passa na rádio e aquilo que as pessoas compram é praticamente o oposto do que eu faço." Por isso mesmo, "vou dar-vos uma última oportunidade e depois vou reformar-me e escrever ópera".
Segundo Wainwright, os novos temas podem ser classificados em três categorias: "'I Don't Know What It Is' é muito teatral. Há o clímax e depois um cigarro". De seguida, temos as canções "mais íntimas, só com piano e voz, que geralmente são mais obtusas, como 'Es Muss Ein'- [uma faixa] introspectiva, onde me torno mais exibicionista no piano." Finalmente, "as outras canções, como a 'Natasha', são aquelas que as pessoas ouvem como se fossem música de câmara."
O resultado é um trabalho mais maduro e equilibrado: "Já não fala tanto sobre amor e saudade, é sobre solidão e sobre sentirmo-nos satisfeitos connosco. É bastante sangrento".
recortei do: cotonete
O terceiro álbum do cantor/compositor Rufus Wainwright chega às lojas este Outono, adianta o site da Rolling Stone.
Actualmente na forja, o sucessor de "Poses", de 2001, está a ser produzido por Marius DeVries (Bjork, Madonna) e conta com a colaboração do guitarrista Charlie Sexton (Bob Dylan, Lucinda Williams) e do baterista Levon Helm (Band).
De acordo com declarações de Wainwright à referida publicação, "quando comecei a trabalhar no mundo da música, achava muito importante as minhas canções passarem na rádio." No entanto, o cantor revela que, com o tempo, mudou de opinião: "Aprendi, com o meu primeiro álbum, que aquilo que passa na rádio e aquilo que as pessoas compram é praticamente o oposto do que eu faço." Por isso mesmo, "vou dar-vos uma última oportunidade e depois vou reformar-me e escrever ópera".
Segundo Wainwright, os novos temas podem ser classificados em três categorias: "'I Don't Know What It Is' é muito teatral. Há o clímax e depois um cigarro". De seguida, temos as canções "mais íntimas, só com piano e voz, que geralmente são mais obtusas, como 'Es Muss Ein'- [uma faixa] introspectiva, onde me torno mais exibicionista no piano." Finalmente, "as outras canções, como a 'Natasha', são aquelas que as pessoas ouvem como se fossem música de câmara."
O resultado é um trabalho mais maduro e equilibrado: "Já não fala tanto sobre amor e saudade, é sobre solidão e sobre sentirmo-nos satisfeitos connosco. É bastante sangrento".
recortei do: cotonete
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