sexta-feira, 23 de maio de 2003



Günther e Regina Janssen são o casal alemão conhecido no mundo da música como Donna Regina. Começaram em 1992 com lazing away e, durante o ano de 2000, lançavam o sexto álbum denominado a quiet week in the house.
Neste intervalo fizeram uma música para a marca de carros japonesa Nissan, o que lhes valeu a conquista do mercado discográfico daquele país, tornando-se a fonte principal de receitas.
No trabalho a quiet week in the house, Regina demonstra a afinidade da sua voz para a língua francesa, através da faixa bouge-toi. Este registo de pendor electro pop "revela" a intimidade do casal na perfeição atingida com a arquitectura das canções. Eles próprios assumem-no! O segredo está em escrever com palavras simples e verdadeiras a expressão de um momento, uma situação ou um sentimento... Descrição compreensível se atendermos à circunstância que desejariam ouvir agaetis byrjun, dos Sigur Rós, caso uma ilha deserta alguma vez fosse um destino.
Uma nota para a colaboração de Herbert (Dr.Rockit, Radioboy, Wishmountain) na música follow the sea.
Desafio





Desafio os leitores destas "Intervenções Sonoras Sem Preconceitos" a usarem os comentários para dizerem o que pensam e o que sentem em relação a este álbum.

quinta-feira, 22 de maio de 2003

Já agora, os Thievery Corporation vão estar, dia 2 de Junho, no Coliseu do Porto. Muito bem acompanhados:
- Emiliana Torrini
- Notch
- Roots
- Zee
- Lou Lou e
- Pam Bricker

E isto só para falar em vozes...

quarta-feira, 21 de maio de 2003

Mais dois concertos a Norte
Cat Power está confirmada para a primeira edição do Festival do Porto, que se irá realizar entre os dias 26 e 29 de Junho.
Os Yeah Yeah Yeahs, actuam dia 19 de Agosto em Paredes de Coura.
Fonte:Cotonete
Tricky faz primeira parte de Linkin Park
Tricky é o "special guest" dos Linkin Park no seu concerto em Portugal, a 23 de Junho, no Pavilhão Atlântico.
Foram os próprios Linkin que fizeram questão que Tricky estivesse presente.
PS - merece um comentário teu, não achas?

terça-feira, 20 de maio de 2003

revivências...

é um vaivem contínuo de vozes e sons,
como se tivesse ressuscitado um coro medieval de eunucos,
ecos oriundos de um longínquo passado, em crescente perpetuação...
as “minhas” músicas, são um soro intravenoso,
o que mais conta são as sensações
(Descartes e as claves-de-sol ignoram-se...)
nos últimos dias,

out of tune


ask me tomorrow


em ambos,
revivendo Mojave 3

segunda-feira, 19 de maio de 2003



Dominique Durand, Andy Chase e Adam Schlesinger são os elementos que compõe a banda Ivy.
Dominique é a vocalista, com raízes francesas, que faz perpetuar no ouvido o som desta banda novaiorquina. No álbum long distance (2001) as guitarras, que inúmeras vezes servem para maquilhar a imaturidade inicial de muitas pop bands, apenas ocuparam um lugar elementar no seio de uma música madura, com produção sofisticada, onde a vertente melancólica e intimista assumiu o papel de destacar o nível de performance que a banda atingiu.
De salientar que a crítica compara-os freneticamente aos Stereolab, devido ao tipo de música que praticam e ao facto de as raízes da vocalista, bem como da própria natureza da sua voz serem semelhante às de Laetitia Sadier.
P A R A B É N S
Na semana passada, fizemos UM ANO!
Lali Puna - left handed EP
Os Lali Puna estão quase a chegar com um álbum novo.
Escutei este "left handed" que faz parte de um EP com 3 temas: duas versões do tema título e a recuperação de "together in electric dreams". Fiquei algo inquieto porque, embora tendo gostado, espero encontrar um pouco mais de melancolia no álbum que aí vem. É que este "left handed" é bem mais extrovertido!


Em Punch-Drunk Love, Paul Thomas Anderson afasta-se do registo dramático da sua obra anterior, "Magnólia". Decide explorar o cinema romântico no seu estado mais simples. Dois filmes quase opostos, cujas diferenças podem ser percebidas nas respectivas bandas sonoras. Com Punch-Drunk Love, Paul Thomas Anderson volta a conseguir um casamento perfeito entre a narrativa e a banda sonora.

domingo, 18 de maio de 2003

Um disco inundado de verde ou paz, cama de baloiço ou o que lhe queiram chamar. Canções perdidas nas sombras das florestas, fantasmas engasgados na garganta, uma ou duas camas orfãs. Encontrões no escuro e um combóio de brincar iluminado por uma clarabóia no sotão. Lucky Pierre - Hypnogogia





sábado, 17 de maio de 2003

Dos Soviet ainda só conheço um tema, "Candy Girl". Em 2002, lançaram o seu único trabalho, "We Are Eyes We Are Builders". Disco para descobrir brevemente.
Estou a fazer um pequeno trabalho de criptografia, "Lil' Beethoven" dos Sparks soa melhor neste contexto.



Entretanto, descobri um artigo que explica como escrever um candeeiro de lava em Mathematica.
Four Tet remistura Radiohead



Kieran Hebden, foi convidado pelos Radiohead para remisturar uma faixa de "Hail to the Thief".
Balla - Le Jeu
Olá.
Desta vez deixei o swing e subi até aos anos 60/70. Não ao puro funk, soul ou blues dos Estados Unidos mas à adaptação feita pelos Franceses e Italianos. Esqueci os compositores e mergulhei nas versões feitas por Orquestras focadas no salão de baile. Inspirei-me no uso que alguns destes orquestradores davam aos sintetizadores e procurei que o seu som jogasse o mais possível com a minha visão do hip hop – bom, isto ao nível dos arranjos. Mas o objectivo do álbum era a canção. Sem esquecer o Diogo, o Vasco, o Paulo ou o Francisco, foi também muito importante a participação da Sylvie. Ela funcionou neste disco como um percussionista africano num disco de afro beat feito por alemães.
Não foi um disco rápido e demorou algum tempo a limar. Mais do que a composição foi o optar por tirar alguns temas - que até poderiam ser os singles óbvios - que lhe deu coerência. É um disco com um conceito, mas também não me lembro de compor um que não o tenha. E acima de tudo é um disco de que estou muito orgulhoso. Por tudo isto espero que gostem.

Armando Teixeira, Abril de 2003




É mais uma obra fantástica de Armando Teixeira.





Pode ser escutado com boa companhia.

sexta-feira, 16 de maio de 2003

Film School - Brilliant Career (Me Too! Records)


sinto-me numa fase de revivências...
brilliant career, leva-me para trás, para anos anteriores...
anos 80, 90, liceu, PGA, a U.M., um filme e praxes de aprendizagem...
indispensável para quem se rendeu a Grandaddy...
para estes dias sugiro “watch you drink”...






bem sei que já lá vão 7 anos, mas este Telegram mostra-se tão urgente e actual, que não há “mail” ou “blog” que o substitua...

Radiohead - hail to the thief
Diz-se por aí que a tão falada versão final de "hail to the thief" já circula na net (o Diário Digital faz até notícia disso).
Continuo a pensar que aquilo que muitos já escutamos era, de facto, a versão final. Acabei mesmo de receber mais um sinal que me leva a continuar a pensar assim. Tive acesso ao single oficial "there there" e é exactamente igual ao que já tinha ouvido.
Não terão os Radiohead ficado apenas irritados com o facto do álbum ter circulado na net a dois meses da data programada para a sua edição (Junho)?
Tom Yorke, por várias vezes, afirmou em entrevistas que "there there" era uma das melhores criações da banda e que, quando se deslocou ao estúdio para ouvir como tinha ficado a versão final daquele tema, se emocionou até às lágrimas. Disse ainda, que ficava descontente por saber que as pessoas estavam a escutar uma fase inicial da produção do tema e não aquela que ali estava.
Mas o que agora acabei de constatar é que, afinal, estamos a falar da mesma canção.
Resta esperar por Junho para tirar as dúvidas finais.
Maximilian Hecker - rose





...tão perto dos deuses!