segunda-feira, 10 de novembro de 2003

Logh, ao vivo





Santiago Alquimista, Lisboa
12 de Novembro de 2003
Bandas Suporte: Bypass e Wabi

O Meu Mercedes É Maior Que O Teu, Porto
13 de Novembro de 2003
Banda Suporte: Wabi

[ +info ]


A ouvir Maria Rita Mariano. Depois de tristesse (dueto com Milton Nascimento) estou a seguir com curiosidade as canções escolhidas para Maria Rita - álbum de estreia, editado este ano.

domingo, 9 de novembro de 2003




Vinte e cinco untitled tracks compõem “No more wig for Ohio” (Anticon). Várias peças de vários puzzles encontradas numa lixeira a céu aberto. Recortes, colagens, sonoplasticina. Espirais em torno do melhor do hip hop. Fun fun funky é o que nos propõe Odd Nosdam.



[não resisti]


Welcome Fleischmann


Diz-se: «Nunca se está bem com a vida que se tem». Com “Welcome Tourist” (Morr/Charizma)
tudo parece mais fácil. O melhor da pop invade-nos o quotidiano. «Yes, we have dreams”; “Have you ever been on a little star to see the world from the outside”; “until life becomes your dreams” -> Le Desir. Welcome to my days, Fleischmann.

sábado, 8 de novembro de 2003

Música total ----> web

sexta-feira, 7 de novembro de 2003



A alma gêmea dos Stereolab chama-se Imitation electric piano. Simon Johns é a intersecção destes projectos que através de trinity neon (2003) se propõe relaxar a nossa mente, oferecendo um manancial de melodias em compasso psicadélico.

quinta-feira, 6 de novembro de 2003



Hocus pocus dos Enon é outra edição deste ano que projecta a versatilidade desta banda. Desta vez o nível hard mantido em todo alinhamento do antecessor high society's dá lugar a um estilo que oscila entre a generosidade trip-hop de pinceladas orientais e uma certa compostura muito pop.


O EP Sometimes (2003) de Opiate (Thomas Knak) propõe uma construção onírica mediada pela omnipresente electrónica. O intervalo que parametriza as sonoridades de sometimes situam-se entre o silêncio infinito das profundidades oceânicas e a inquietação do barulho quotidiano de uma oficina metalúrgica. O piano oferece o silêncio que a sobreposição do zurzir metálico valoriza.
Tal como com Matmos, também aqui, Bjork absorve instrumentação para as suas composições.
Escrítica Pop
Vai ser reeditado, pela Assírio & Alvim, o livro escrito por Miguel Esteves Cardoso em 1982 e editado originalmente pela Querco.
Pelo seu conteúdo, porque esgotou rapidamente na altura, e porque nunca foi reeditado, este "Escrítica Pop" assumiu características de culto.
Na altura, Miguel Esteves Cardoso repartia a sua vida entre Lisboa e um doutoramento em Manchester. Como jornalista, escrevia textos para o "Se7e", "O Jornal" e "Música & Som". Os seus textos eram autenticamente «sugados» por aqueles que, como eu, o liam naqueles anos, por várias razões. Uma delas porque, estando em Manchester, Miguel Esteves Cardoso era um observador directo de muita da história da música: Joy Division, Durutti Column, The Fall, a Factory de Tony Wilson, New Order...
Outra razão era... a forma. A forma como o Miguel escrevia os seus textos, as suas críticas, era absolutamente original e única. Quem não se recorda dos famosos "baldes de merda"?
A reedição deste livro que faz parte da história da música em Portugal, será em Março de 2004. No entanto, haverá uma hipótese de o adquirir a um preço mais em conta. O jornal "Blitz", nas suas edições de 30 de Dezembro e 6 de Janeiro, vai oferecer aos seus leitores a possibilidade de comprar este livro por 14 euros.
Definitivamente, a não perder.
Naquelas páginas existe... história!

quarta-feira, 5 de novembro de 2003

Xiu Xiu
Fag Patrol

[Free Porcupine Society; 2003]



não é um regresso de Jamie Stewart, pois o anterior álbum dos Xiu-Xiu, “A Promise”, do início deste ano, esteve, está e estará ainda, por longo tempo...

este Fag Patrol é um novo compêndio sonoro de 9 faxas, que revisitam os anteriores 3 álbuns (6 covers), inclui 2 temas novos, e ressuscita o velhinho “Asleep” dos The Smiths e Morrisey.

apenas acrescenta-se, que apetece parafrasear Stewart; “oh my god! Oh my god! Oh my god!” - obrigado por não nos teres abandonado!...

terça-feira, 4 de novembro de 2003



Ulrich schnauss através de a strangely isolated place (2003) consegue devolver-nos a mítica saudade das orquestrações características da família 4ad. O parentesco sonoro com certas nuances dos Cocteau Twins é a trave mestra deste trabalho.
Rancid - indestructible





Punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk... punk...
A propósito da composição da banda sonora de "The Loch Ness Kelpie"...





... e por causa do 'post' do Nídio, fui até ao site dos Sigur Rós (de vez em quando faço isso) e fiquei a saber que se trata de um pequeno filme animado.
Estão lá 3 screeenshots desse filme. Um deles é a imagem de cima.
Mais...
Os Sigur Rós têm um website novo! Consiste na reunião de informação relacionada com a banda. Espreitem aqui.


O registo de talentos franceses está mesmo em alta!
Desta vez é um álbum de 2003 chamado spring. Os seus autores são quatro parisienses com o nome Cyann & Ben.
Entre a melancolia de Cat Power e a simpatia dos Grandaddy ou entre uma folk iluminada por um certo estar psicadélico e uma voraz necessidade melódica, talvez seja esta uma aproximação possível à elegância de spring.
Gooom é a editora. Merece uma visita.
Observação: Indispensável para apreciadores dos Sigur Rós.

segunda-feira, 3 de novembro de 2003

Graças à simpatia de uns amigos estou a recordar dois belos clássicos da música contemporânea portuguesa.
Rádio Macau (o elevador da Glória)
Sétima Legião (a um deus desconhecido)
Sigur Rós compõem banda sonora de The Loch Ness Kelpie
Os islandeses Sigur Rós compuseram e gravaram recentemente a banda sonora do novo filme de Iain Gardner intitulado The Loch Ness Kelpie.
Li no: DiscoDigital

sábado, 1 de novembro de 2003

Quem conhece Victor Gama?
Para mim tudo começou com a guerra dos homens répteis.
Duas sugestões da Mojo de Outubro que me têm acompanhado nas últimas 3 semanas:

Psychonauts - Songs for Creatures



Este disco é uma daquelas descobertas que fazem renovar a minha paixão pela música e pela incessante busca de novos desafios sonoros. "Songs for Creatures" cresce a cada audição, sobretudo devido ao sublime cruzamento de estilos que encerra: pop, rock, folk e uma forte base de electrónica muito dançavel. Faço minhas as palavras da Mojo: "an album to love and fall in love to". Disco para uma lenta combustão sonora. A não perder!

Animal Collective - spirit they're gone, spirit they've vanished



Estranhíssimo, a cada audição pede uma nova análise. Pop psicadélica feita de desvarios sónicos que se situam entre a loucura e algo parecido com um "desequilíbrio lúcido". O som dos Animal Collective assemelha-se a um caos organizado, experimentalista q.b.. Sem querer cair em redundâncias, experimentem.
Algumas rotas que estou a seguir para despachar o fim-de-semana:
various artists - mind the gap volume 42
david holmes - analyze that soundtrack
colleen - everyone alive wants answers
donna regina - late
client - client
various artists - lost in translation
cinematic orchestra - man with a movie camera
mler ife dada - pequena fábula
aphex twin - melodies from mars